


Gouden Carolus Hopsinjoor - 330ml
Cerveja - Histórias, Contos e Crenças
A cervejaria Fuller's é uma empresa que ocupa o prédio da antiga cervejaria Griffin, a qual produziu cerveja por mais de 350 anos [Londres]. Os antigos donos do negócio se aproximaram de John Fuller no século XIX em busca de um investimento que ajudasse a manter a parceria. John se juntou no ano de 1829, mas em 1841 a parceria foi dissolvida.
Em 1845 John Bird Fuller [filho de John Fuller] se uniu a Henry Smith e a seu cunhado John Turner, fundando a Fuller Smith & Turner que é o nome da empresa até hoje.
Em 1997, a Fuller’s começou a produzir uma cerveja de edição limitada e feita com os melhores maltes e lúpulos obtidos durante o ano. Com isso, cada ano foi brindado com uma cerveja de receita diferente, tornando a Fuller’s Vintage Ale uma cerveja literalmente safrada, de guarda, que evolui muito além da data de “vencimento”.
A apresentação da cerveja é extraordinária: estojo na cor vinho, garrafa com rótulo bege, cinza e dourado. As garrafas são numeradas, o que dá uma ideia de exclusividade muito grande.
Disponível no Beertaste:
Fuller's Vintage Ale 2008 - 500ml
Inspirada em uma receita de 1679 de um antigo monastério carmelita em Dendermonde, a Tripel Karmeliet leva em sua composição três tipos de grãos: Aveia, Trigo e Cevada [Usados de forma malteada e não-malteada, compondo portanto seis tipos de grãos]. Outra particularidade desta cerveja é que, além de apresentar toques bastante condimentados provenientes de sua levedura, possui adição de cascas de laranja e sementes de coentro.
Produzida até hoje pela cervejaria Bosteels [Fundada no ano de 1791 por Evarist Bosteels], está localizada na vila de Buggenhout, província de Flandres. Mesmo depois de 200 anos, a cervejaria ainda permanece sob propriedade da mesma família.
Na noite de 4ª Feira [18.11] a partir de 19h, o Beertaste irá promover uma grande festa com direito a DJ e chopp da divina Tripel Karmeliet a preço promocional !!! Para completar o evento, serão sorteados brindes exclusivos... Não percam !
Esta bela cerveja foi produzida na cidade de Mechelen [Bélgica] por mulheres e nomeada em honra de Margaret, a rainha da Áustria, a qual foi regente local nos primeiros anos do século XVI. Há relatos que juntam sua criação apenas para marcar uma manifestação cultural na cidade em 2005, na época chamada de "Mechelen, na Stad Vrouwenhanden" [Mechelen Cidade, nas Mãos da Mulher], porém continua a ser produzida nos dias de hoje.
Trata-se de uma cerveja muito refrescante, onde as principais características são as especiarias, atualmente grande marca da cervejaria Het Anker, onde é produzida.
O rótulo menciona "Cultuurbier Feestelijk" [Festival Cultural da Cerveja] cuja atividade principal era uma exposição denominada "Dames reuniu Klasse" [Mulher de Classe]. O intrigante foi ver a pintura usada em todos os folders, folhetos, etc … A parte do rosto é formada a partir de uma pintura original de Margareta Van Oostenrijk, e é feito por um artista desconhecido.
A história era espalhar que esta pintura não seria real, e seria de fato trabalho do falsificador Jef Van Der Veken. Bem, isso é o apreciador de arte Jean-Luc Pypaert que estava afirmando. Um retrato do século XVI ou uma falsificação do século XIX ? De qualquer forma resume-se que a Margriet é uma cerveja feminina e com um grande caráter histórico cultural !
Disponível no Beertaste:
Margriet 6,5% - 330ml
Bom, como fiquei devendo algumas fotos da grande festa de premiação do IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, lá vai... Já havia dito que o evento foi recheado de personalidades do mundo da cevada, e que tive o prazer de conversar com muita gente cujo foco era apenas um: Cerveja !
Destaque para alguns amigos, como Marco Falcone [Falke Bier], Giovanni Calmon [Balkonn], Rodrigo Campos [Paraquevocerveja], Leo Ferrari [Cervejaria Antares]...
Tb a todo pessoal das Acervas [Botto e cia], pessoal da Female [Tati e cia], Marcelo Carneiro e Irene [Colorado], Katia Jorge [Gattopardo], Severino [Mistura Clássica], Paulo Feijão [Obiercevando] Edu, André, Biertruppe, etc, etc, etc...
Em suma, só me resta dar os parabéns aos vencedores e participantes do concurso, a organização e aguardar o próximo ano... ah sim, o V Concurso será no Sul do Brasil !
1 - Profana Volúpia / Cristiam Nazareno / Juiz de Fora - MG
2 - Bock 68 / Eduardo Manetta / São Paulo - SP
3 - Tonera Bock / Raphael Calage / Florianópolis - SC
AMERICAN BROWN ALE
1 - Brunette / Carlos Câmara / Rio de Janeiro - RJ
2 - Bronw Ale / Rafael Oliveira / Rio de Janeiro - RJ
3 - Cacellos Brown Ale / Carlo Marcello de Oliveira / Rio de Janeiro - RJ
WITBIER
1 - HoeGlück / José Augusto Silveira Junior / Belo Horizonte - MG
2 - Catopê / Reynaldo Araujo Bastos Junior / Montes Claros - MG
3 - Mata Branca / Luiz Antonio Cravo da Costa / Salvador - BA
ESTILO LIVRE
1 - Oicle Stout / Elcio Martins / Florianópolis - SC
2 - Bitter Peace / Maurício Pires Augusto / Rio de Janeiro - RJ
Nos séculos VII e VIII, algumas cervejas fortes (em especial a belga Piraat) eram muito prestigiadas pelos vikings e navegadores, por suas qualidades duradouras e seu alto valor nutricional.
O nome da Piraat é uma referência a estes piratas, que além de se alimentar com as cervejas, a usavam como estimulante para enfrentar longos periodos em alto mar. Além disso, possuiam um estoque reduzido de água, devido as doenças transmitidas por ela na época…
A Strong Ale Piraat é produzida pela cervejaria Van Steenberge. Refermentada na garrafa e com sua aparência levemente turva e alaranjada, aparece nas versões 9% e 10,5%.
Disponível no Beertaste:
A Unibroue é uma companhia canadense de cervejas especiais, fundada em 1991 e especializada na arte da produção de cervejas artesanais por métodos tradicionais Belgas.
Em novembro de 1992 a Maudite foi a primeira cerveja forte a ser distribuída nas mercearias Quebeque. Possui um nome tipicamente Quebecois, que faz lembrar a lenda de Chasse-Galerie (a lenda da Canoa Voadora).
Diz a lenda que, depois de uma noite de bebedeira, na véspera de ano novo, alguns lenhadores que trabalhavam em um campo remoto resolveram visitar suas namoradas a cerca de 100 léguas. A única maneira de fazer uma viagem tão longa e estar de volta a tempo para trabalhar na manhã seguinte era fazendo um pacto com o diabo para que sua canoa pudesse voar.
Uma regra primordial deste pacto, dizia que os viajantes não deveriam mencionar o nome de Deus ou tocar a cruz, pois caso esta regra fosse quebrada durante a viagem, o diabo possuiria suas almas. Por segurança, os lenhadores se comprometeram a não tocar mais numa gota de álcool para manter suas mentes limpas.
Durante a viagem, avistam o congelado rio Gatineau, muitas aldeias, brilhantes campos e, em seguida, as luzes de Montreal. A canoa então, desce em uma casa onde as festividades de ano novo estão em pleno andamento. Com a súbita chegada, eles são acolhidos de braços abertos e logo estão dançando e celebrando a data como todos. Logo já é tarde e os homens devem deixar o local se quiserem voltar para o acampamento a tempo para trabalhar.
Na volta, com a noite escura e sem lua, o navegador bebe enquanto guia a canoa em um curso perigoso e instável. Ao passar por Montreal eles modificam seu curso fazendo com que a canoa fique presa em um monte de neve profunda. Neste ponto, o navegador bêbado começa juramento e pronuncia o nome do senhor em vão. Seus companheiros, apavorados, amarram o guia e elegem outro para conduzir a canoa, porém o navegador logo rompe suas amarras e começa as juras novamente. A tripulação, cada vez mais agitada com a possibilidade de perder suas almas, acaba colidindo com um alto pinheiro, derrubando todos os seus tripulantes.
O fim dessa lenda muda de versão para versão, porém, a mais cruel talvez, seja aquela que menciona que depois daquela noite, os lenhadores amaldiçoados são condenados a viajar com a canoa através do inferno e aparecem no céu cada véspera de ano novo...
Disponível no Beertaste:
Unibroue Maudite - 750ml
As cervejas Corsendonk são de propriedade de um convento belga de mesmo nome, localizado em sua fundação, no município de Oud-Turnhout (Antuérpia). Seus monges, originalmente de ordem suíça, passaram anos estudando e ensinando latim e as palavras da bíblia.
O convento foi fundado em 1398 e fechado em 1784. Já em 1789, durante a revolução francesa, o local foi levado a leilão. Em 1938 a tradição da fabricação de cervejas em Corsendonk seria retomada por Florentinus Keersmaekers.
As Corsendonk não são cervejas de fácil saida na Bélgica, pois são fabricadas em conformidade com a Reinheitsgebot, o código estrito de cerveja alemã que permite somente cevada, lúpulo, fermento e água para ser usada na fabricação de cerveja.
Possui um rótulo bem diferenciado, impresso na garrafa (branco no marron), dando um efeito de vitral ou iluminações de manuscritos medievais.
Disponível no Beertaste:
Corsendonk Agnus - 330ml
Corsendonk Pater - 330ml